O Instituto Pólis é uma ONG (Organização Não Governamental) de atuação nacional e internacional. Fundado em 1987, o Pólis atua na construção de cidades justas, sustentáveis e democráticas, por meio de pesquisas, assessoria e formação que resultem em mais políticas públicas e no avanço do desenvolvimento local.

Como fazer uma cidade melhor?

Como fazer uma cidade melhor? Instituto Pólis João Pinheiro
Cidadania Cultural, Urbanismo, Direito à Cidade, Reforma Urbana, Inclusão e Sustentabilidade, Desenvolvimento Econômico Local, Convivência e Paz
2 de fevereiro de 2017

Quadrinistas repaginam São Paulo e contam como imaginam uma cidade melhor

As primeiras coisas a se pensar quando caminha-se para o projeto de uma cidade melhor é a redução das desigualdades e o aumento da qualidade de vida. Em entrevista ao Jornal Metro, Henrique Frota, do Instituto Pólis, apontou que outro ponto necessário para a construção de uma cidade justa é pensar a diversidade da população. “Estamos tratando de uma amplitude de grupos e classes sociais, com muitas diferenças em relação às suas identidades, desejos e necessidades”, pontua.

Também  em comemoração aos 463 anos de São Paulo, a matéria também traz a visão e os desenhos de cartunistas sobre como imaginam a cidade de cada vez mais justa e igualitária.

Leia a matéria abaixo:

A cidade de São Paulo, que completa amanhã 463 anos, começou o ano com o novo prefeito, João Doria (PSDB), dando o pontapé inicial em sua administração vestido de gari. Com sua equipe, ele tem ido às ruas para arrumar calçadas e apagar pixações e grafites, ações de seu programa Operação Cidade Linda. De carona na data, e aproveitando o ambiente de mudanças, a reportagem do Metro Jornal foi perguntar para especialistas: Afinal, como fazer uma cidade melhor? A resposta veio rápido: antes de tudo, é preciso reduzir a desigualdade e melhorar a qualidade de vida. Sem isso, jamais chegaremos lá.

Mas garantir qualidade de vida para a população de uma metrópole com o tamanho e a complexidade de São Paulo não é uma tarefa simples. “A cidade é dividida em 32 prefeituras regionais (as antigas subprefeituras) e 96 distritos, sendo que em 36 deles não há acervo de livros disponível para adultos, em 60 não temos centros culturais, em 59 não existem museus e em 31 não há leitos hospitalares disponíveis”, observa o pesquisador Américo Sampaio, da rede Nossa São Paulo.

O tamanho da população também complica o cenário. Cada prefeitura regional tem em média mais de 350 mil moradores, isso representa uma proporção que é maior do que 99% das cidades brasileiras (o Brasil tem 5.571 municípios). Na opinião do pesquisador da Rede Nossa São Paulo, a gestão de São Paulo, não pode ser igual à gestão de outras cidades brasileiras. “Precisamos descentralizar e dar mais poder de decisão à população. É assim que acontece nas principais metrópoles do mundo.”

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Imagem destacada: João Pinheiro

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