O Instituto Pólis é uma ONG (Organização Não Governamental) de atuação nacional e internacional. Fundado em 1987, o Pólis atua na construção de cidades justas, sustentáveis e democráticas, por meio de pesquisas, assessoria e formação que resultem em mais políticas públicas e no avanço do desenvolvimento local.

Tem início o projeto Educação em Direitos Humanos e Políticas Públicas

Participação Cidadã, Formação, Democracia e Participação
18 de março de 2011

 

Iniciaram-se nesta última quarta-feira (16) as atividades de planejamento junto às lideranças multiplicadoras do projeto “Educação em Direitos Humanos e Políticas Públicas” realizado pelo Instituto Pólis junto à Secretaria Especial de Direitos Humanos.

Em reunião na sede do Instituto Pólis marcaram presença lideranças da União dos Movimentos Populares de Saúde (UMPS), da Central de Movimento Populares (CMP), do Fórum de Assistência Social de São Paulo (FAS-SP), entre outras, que começaram a traçar juntas as principais diretrizes das atividades formativas previstas para o decorrer do ano.

O objetivo do projeto é capacitar representantes de fóruns e movimentos sociais para a exigibilidade de direitos humanos de cidadania, a partir da realização de oficinas formativas, centralizadas e descentralizadas na cidade de São Paulo.

A proposta de ampliar o conhecimento dos integrantes de movimentos sociais e lideranças multiplicadoras sobre os principais direitos, legislações, espaços de formulação e controle destes direitos, passa por discutir e acompanhar os chamados direitos humanos de segunda geração, por meio do acompanhamento e fortalecimento das Políticas Públicas relacionadas a eles.

Inseridas no rol de atividades formativas realizadas nos últimos anos pela Escola da Cidadania do Instituto Pólis, este projeto tem como principal desafio realizar uma articulação inter-setorial entre os movimentos e fóruns integrantes do Observatório dos Direitos do Cidadão do Pólis, a fim de fortalecer a articulação entre eles.

Segundo Inácio Silva, coordenador do projeto, “Se por um lado pretendemos ampliar a noção restrita que o senso comum têm sobre os ‘Direitos Humanos de Cidadania’, por outro pretendemos ampliar a capacidade das lideranças dos movimentos sociais em acompanhar, monitorar e intervir nas Políticas Públicas da cidade”.

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