PUBLICAÇÃO: alimentação saudável na Baixada Santista
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Sistemas Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional – Estágio de implantação nos municípios da Baixada Santista é uma publicação do Observatório Litoral Sustentável que procura levantar o debate do acesso à uma alimentação saudável de qualidade na Baixada Santista. A Agenda de Desenvolvimento Sustentável do Observatório coloca o Sisan como uma das ferramentas necessárias para a inclusão social e para o processo de democratização do território, uma vez que aproxima consumidor do produtor.
Além de explicar quais são as consequências de uma insegurança alimentar, a qual passa desde a desnutrição até a ingestão excessiva de açúcares e alimentos gordurosos, a publicação também apresenta o que é o Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), instituído pela Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional. Assim como o Sistema Único de Saúde (SUS) e com o Sistema Único da Assistência Social (SUAS), o Sisan organiza a Política e os Planos de Segurança Alimentar e Nutricional, definindo os objetivos, os eixos e setores de atuação na sociedade.
A publicação também conta com um mapa interativo que compõe o sistema municipal de segurança alimentar e nutricional na Baixada Santista, o qual indica, por exemplo, feiras livres e feiras de agricultores ou pescadores artesanais. Nela, são apresentados balanços e perspectivas do Sisan na Baixada Santista, apresentando por exemplo se cada cidade possui programas de educação alimentar e nutricional, o número de pescadores artesanais e agricultores no município, se participa do Programa de Aquisição de Alimentos e outras informações referentes a segurança alimentar e nutricional.
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nadora de SAN do Instituto Pólis e presidenta do Conselho Municipal de SAN (COMUSAN), celebrou a conquista e destacou que o Plano foi elaborado de forma participativa, a partir das contribuições que vieram das Conferências Regionais e da Conferencia Municipal, de propostas e atividades realizadas pelo COMUSAN, e através do diálogo constante com a Secretaria do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo da Prefeitura Municipal de São Paulo.
Em um mundo baseado na lógica dos circuitos de longa distância, onde a soja produzida no Brasil é processada nos EUA e enviada para a China, para alimentar animais, SP vem fazendo a diferença, comprando da agricultura familiar e operando na lógica do preço justo. E ainda, simultaneamente ofertando, na outra ponta, comida de qualidade àqueles que pelas leis do mercado, a ela não teriam acesso.