economia solidária, circular e inclusiva

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É preciso repensar os padrões e construir novos modelos. A luta pelo Direito à Cidade é a luta por uma cidade em que o conjunto das atividades econômicas – de produção, distribuição e consumo – seja organizado de uma forma que valorize a autogestão, a cooperação, a agricultura familiar e o meio ambiente. É preciso repensar as cidades para que este outro modelo seja possível.

É comum que seja subestimado o papel que atores urbanos têm no sistema alimentar e na condução de transformações do padrão de produção de alimentos. É importante que os setores público e privado planejem ações para combater os desertos alimentares e impactos das mudanças climáticas decorrentes do nosso atual padrão de consumo nas cidades.

No processo produtivo da economia circular, os recursos deixam de ser somente explorados e descartados e passam a ser reaproveitados em um novo ciclo.

Produção, distribuição e consumo são concebidos segundo a ótica da preservação da natureza. 

Circuitos curtos de consumo e pós-consumo favorecem a produção regenerativa, que reduz a degradação e contribui com a saúde dos ecossistemas.

Além de favorecer a agricultura de base familiar, o pequeno produtor, a produção diversa de alimentos essas lógicas produtivas também reduzem as emissões de CO2.